
delicada & arredia
quinta-feira, 1 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
não se pode escrever sobre amor
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
AUTO DE NATAL 2011

Com o espetáculo "Por que é... NATAL?", o grupo TRIPÉ traz dentro de caixas contos/presentes que narrarão histórias vindas das tradições natalinas. Como "brincantes", os atores irão interagir com o público solicitando que escolham uma caixa-presente para ser aberta.
DATAS E LOCAIS DE APRESENTAÇÃO
16/12 - Praça Tubal Vilela
17/12 - Praça Paris/Roosevelt
18/12 - Praça Sérgio Pacheco
20/12 - Praça no bairro Minas Gerais
21/12 - Praça Clarimundo Carneiro
SEMPRE AS 18:30hrs!
ELENCO
Aline Jorge
Ana Zumpano
Cássio Machado
Daniela Reis
Jacqueline Carrijo
Thiago Di Guerra
FICHA TÉCNICA
Direção: Cássio Machado
Concepção: O grupo
Produção: O grupo
Coreografias: O grupo
Trilha sonora: Ricardim
Concepção de cenário, figurino e adereços: O grupo
Execução de cenário, figurino e adereços: Flávio Arciole
você tem 5 oportunidades para não ter desculpa de não comparecer!
domingo, 11 de setembro de 2011
o relógio, a geladeira e um coração
em algumas madrugadas
minha memória parece um filme
eu me repito (parece)
o passado parece quase sempre um estranho
acho que a gente devia ter o poder de nos observar
como se fossemos um estranho qualquer pelas ruas
quase sempre que eu durmo
eu sinto que me observo
só não sei se acontece
mesmo
o tempo tá dilatado
muito
é uma sensação curiosa, diria
essa mania de assistir meu filme
uma espécie de loucura silenciosa
o relógio, a geladeira e um coração
no espaço desses pensamentos
...
é como guardar esses sonhos
que acontecem nessas caminhadas
durante a noite
essas do quarto até a sacada
ou a cozinha
sei lá
quarta-feira, 4 de maio de 2011
aquela dívida
dividiram minha vida
em "suaves" prestações,
365 PARCELAS AO ANO!
uma das minhas preocupações é:
serei eu capaz de quitar essa minha dívida ENORME?
sobre a saudade, por ele.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Ela disse, segurando seu vestido de lado e escondendo os pés respingados de terra.
Eu preferi não arriscar! Minha garganta estava inflamada semana passada.
Ele respondeu, com um copo de cerveja gelada na mão e os cabelos molhados. (risos)
Eu não sei se fico, ou se vou até lá para ouvir mais de perto.
Ela disse, olhando com olhos de tédio.
Se você disser que sim, podemos atravessar a rua correndo e procurar algum guarda chuva que a gente conheça por ali.
Ele respondeu, com um sorriso convidativo de quem queria sim se arriscar.
Fotos de pingos que batiam no chão e espirravam em seus pés.
Cuidado com o carro!
Ele disse.
Ela correu alguns passos e sorriu.
A tarde ia. O FIM de tarde ia.
auge
Ela disse.
Assim como?
Ele perguntou.
Não sei onde termina a minha perna, e onde começa a sua...
Ela respondeu, com a voz tímida. (tinha medo de falar aquilo)
Bonito isso. Como se fosse uma mesma "carne"...
Ele respondeu, seu coração acelerou muito.
Ela sabia. Sua cabeça estava encostada no peito dele, e seus ouvidos descobriram tudo!
diálogo? ela se perguntou.
Ela perguntou, com a pele mais rosada que ultimamente.
Dói muita coisa.
Ela respondeu, com os olhos ressecados.
Eu odeio meu silêncio.
Ela disse.
Seu silêncio com ele?
Ela perguntou.
Não. Meu silêncio comigo.
Ela respondeu.
Chovia o dia todo. Durante vários momentos ela amou muito. Definitivamente ela não sabia porque amava tanto aquelas pessoas, umas que ficavam, outras que passavam rapidamente.
